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Ainda a minha pequena – o impacto do segundo filho

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Ainda a minha pequena – o impacto do segundo filho

O nascimento do segundo filho pode ter um impacto profundo e, em alguns casos, devastador nos sentimentos da mãe pelo primeiro filho, como Rebecca Abrams descobriu. Mesmo assim, o tema continua a ser um dos grandes tabus da maternidade

Na noite anterior ao nascimento do meu segundo filho, o obstetra de plantão parou ao pé da minha cama e após ler as notas do meu caso por um instante, disse algo que eu imagino que tinha a intenção de ser solidário: “A maioria das pessoas não se dá conta que dar a luz é uma coisas mais perigosas que uma mulher pode fazer.” Não foi muito delicado, eu pensei, mas deixei passar. Duas semanas antes eu tinha sido internada com pré-eclâmpsia, uma complicação da gravidez que pode ser fatal, então esse comentário de certa maneira era justificado.

Meu filho Solomon nasceu às 4 horas do dia seguinte. Um parto tranquilo. Um menino saudável. Minutos após o parto, no entanto, as coisas começaram a complicar. Algo a ver com a placenta, não com a pré-eclâmpsia. Ela está com hemorragia, alguém falou. Alguém pegou o bebê e o entregou ao meu marido. O quarto tranquilo e pouco iluminado um minuto antes foi inundado de luzes fortes e equipamento médico. Uma folha de consentimento foi posta na minha frente. Alguém pos uma caneta na minha mão, eu não tinha idéia do que estava assinando, eu mal segurava a caneta. Algum tempo depois eu recobrei a consciência. O meu corpo recebia uma transfusão de sangue por um braço e doses cavalares de antibióticos pelo outro. Você está fora de perigo, todos me davam os parabéns. Muito obrigada à medicina moderna!

Relembrando o nascimento do meu filho, apesar do susto que houve, eu nunca podia imaginar o drama complexo que viria a seguir. Dar à luz é perigoso, sem dúvida, mas os perigos que acompanham a maternidade vem em muitas formas e o perigo físico não era o único a temer.

No dia seguinte, meu marido trouxe minha filha de 2,5 anos, Jessie, ao hospital para conhecer o seu irmão. Quantos livros com figurinhas nós mostramos a ela para prepará-la para esse momento? Com que cuidado nós preparamos esse primeiro encontro para que ele acontecesse de forma alegre e positiva para ela? E mesmo assim, apesar dos nossos cuidadosos preparativos, nenhuma fração de ansiedade foi dedicada ao que realmente passou.

A garotinha que entrou no quarto, segurando nervosamente a mão do pai, que subiu a cama do hospital e se jogou sobre mim num abraço afetuoso não era a mesma a quem eu tinha deixado em casa dois dias antes. Uma metamorfose bizarra aconteceu. De repente, ela parecia enorme. Não era mais uma menininha, de jeito nenhum. Comparados aos delicados membros do bebê, as suas mãos e pés pareciam enormes. Comparada à fragilidade do recém-nascido, a sua vitalidade vigorosa parecia quase ameaçadora. Num intervalo de apenas 48h, os meus olhos se desacostumaram a ela.

Uma semana depois eu fui dada de alta e fui para casa para uma nova vida de mãe de dois filhos. Já esgotada pela gravidez difícil e o parto, eu estava totalmente despreparada para a montanha-russa emocional que veio a seguir – cuidando, ou tentando cuidar – de um bebê nervoso e uma menininha exigente. Eu me tornei o tipo de mãe que nunca sonhei ser, o tipo que se embevece com o bebê e no instante seguinte dá uma palmada na filha travessa.

Os meses seguintes foram um pesadelo – ruins para mim, infinitamente pior para minha filha, um pesadelo que nunca terminava. Eu sempre me preocupei se seria capaz de amar o novo bebê, mas a verdade era que naqueles primeiros dias com duas crianças, não era o bebê mas a minha filha que eu tinha dificuldade de amar.
Estupefata pela minha frieza, ela se agarrou, tentou chamar a atenção, se afastou, em resumo, fez tudo o que pode para tentar recuperar a nossa antiga proximidade. Ela vestia os seus ursinhos de pelúcia com a roupa recém passada do bebê, subia ao moisés com a roupa cheia de barro, quando eu me sentava para amamentar, ela subia nos meus ombros, quando finalmente o bebê dormia, ela esfregava a sua cara e o acordava. Seus esforços cada vez mais extravagantes para chamar a minha atenção tiveram sempre o efeito oposto.

Eu estava pouco menos estressada que ela pela mudança na nossa relação. Era como entrar no seu quarto favorito e descobrir que tudo mudou de lugar : os móveis , os quadros, os objetos dentro do armário, os enfeites das prateleiras. Nada era como eu esperava ou como eu queria. Eu andava pela casa em estado de agonia, desorientação e perda.

Quando eu olhava a minha menininha eu não sentia nenhuma das coisas que eu queria sentir. Quando ela me olhava, era como se eu estivesse sendo confrontada por um estranho. Só tarde da noite, quando eu entrava no seu quarto na ponta dos pés para beijá-la e ver o seu rostinho adormecido é que eu sentia um pouco da ternura anterior. Mesmo agora, 12 anos depois, é quase insuportável pensar como essa época deve ter sido para ela.

Foi a vergonha do meu fracasso em amá-la como deveria que me deixou tão determinada a esconder o fato de todo mundo? Eu poderia ter ganhado um Oscar pela atuação na frente de cada visita. Deprimida? Claro que não! Conseguindo dar conta do recado com duas crianças? Sem problemas! Eu não contava a ninguém, nem família nem amigos. Não contei nem mesmo ao meu marido. O que ele teria dito? Ele ficaria chocado. E essa seria a reação natural. Eu, seguramente, era a não-natural.
Cheia de culpa, atarantada pela falta de sono, descompensada hormonalmente, eu tinha pouca disposição para pensar ou lidar com o que estava acontecendo. A pouca energia que eu tinha era usada para coisas práticas e os deveres emocionais eram dirigidos totalmente ao bebê. Não porque eu queria assim, mas porque simplesmente era assim.

Uma necessidade evolutiva que dá preferência à criança mais vulnerável? Uma forma de depressão pós-parto? Uma falha na minha capacidade de ser mãe? Todas as anteriores? Mas talvez influências mais amplas também tenham afetado. De acordo com o psicólogo Penny Munn, a maternidade na cultura ocidental é “baseada em idéias do amor romântico que assumem que uma boa mãe vai reproduzir o relacionamento afetuoso com todo e cada um dos seus filhos.”

Esse modelo de maternidade é uma progressão natural das revistas de adolescentes e das histórias de amor que as garotas devoram na sua adolescência, uma versão maternal do mesmo cenário: duas pessoas se apaixonam e essa relação permanece assim aconteça o que acontecer. É um modelo que pode funcionar para uma criança, mas é profundamente afetada pela realidade de ter que ser mãe de mais de um.

As razões pelas quais o amor materno muda e, em alguns casos, falha são muitos e complexos e a chegada do segundo filho não é em absoluto o único catalisador. Para algumas mães, até mesmo amar uma só criança é difícil. Quaisquer que sejam as razões, o fato é o mesmo: amar crianças não é algo que vem facilmente ou naturalmente. Esse sempre foi e ainda é um dos grandes tabus da família moderna: uma experiência comum, mas oculta e com o potencial de ter consequências devastadoras e silenciosas.

O romancista Thomas Keneally disse uma vez: “Escrever um romance é ir nu, não importa o que você esteja escrevendo. Vocè sempre se revela.” Eu não pretendia ir nua quando entrei no meu romance, Touching Distance. Baseado na história real de um médico do século XIX chamado Alexander Gordon, o que me chamou a atenção foi o dilema de um homem que fez uma descobrimento médico assombroso que estava além do seu tempo. Eu não tinha idéia, pelo menos, não conscientemente, que escrever essa história me levaria a reviver as repercussões emocionais causadas pelo nascimento do meu filho. Mas, enquanto o romance se desenrolava, duas narrativas complementares surgiram: uma contava a história da descoberta do dr. Gordon e a sua busca abnegada da verdade científica; a outra centrada na história dos perigos ocultos do parto, tanto físicos quanto emocionais.

Quanto mais eu lia e pensava a respeito dos problemas das mulheres do passado, morrendo no parto devido à falta de assistência e recursos que eu tive e que sem sombra de dúvidas salvaram a minha vida e a do meu filho, mas interessada no assunto eu ficava. A descoberta brilhante do dr.Gordon era que os médicos e parteiras estavam espalhando uma infecção fatal para as mulheres que eles assistiam no parto. Se tivessem acreditado nele, inúmeras vidas poderiam ter sido salvas no curso do século seguinte. Com uma taxa de uma mulher morrendo por minuto nos dias de hoje devido a complicações na gravidez ou no parto, essa tragédia é tão real hoje como era no passado, a grande diferença sendo que agora é mais comum na Ásia e na África que na Grã-Bretanha.

Mas, além da óbvia tragédia da morte por parto, havia a história não contada do impacto naquelas que sobreviveram aos partos difíceis, mas foram profundamente afetadas pela experiência, mulheres que se distanciaram dos seus filhos, de seus maridos e delas mesmas como resultado do impacto psicológico de tornar-se mãe. No personagem de Elisabeth, a mulher de Alexander Gordon e através da sua relação com a filha de cinco anos, Mary, eu encontrei uma maneira de explorar minha própria experiência. O preço emocional do parto difícil, a culpa e a vergonha de não amar o seu filho como você gostaria, a perplexidade, os sentimentos não-reconhecidos, a luta para encontrar uma distância tolerável entre os dois, a distância suportável: tudo entrou na história de Elisabeth, nem eu sabia que eu gostaria de escrever sobre isso. Mas, lá está tudo, apesar de mim mesma.

No caso de Elisabeth, o estranhamento com a filha se torna cada vez maior. Isso acontece na vida real também, com maior frequência que sabemos ou admitimos. Felizmente, não foi o que aconteceu com Jessie e eu.

Uma noite, mais ou menos um ano após o nascimento do meu filho, eu estava pondo os dois para dormir.Nós tínhamos escutado a fita de Woody Guthrie cantando Goodnight Little Darlin’ e eu me abaixei para beijar a cabeça de Jessie e disse: “Boa noite minha pequena”. Ela se virou para mim pensativa e perguntou: “Eu ainda sou a sua pequena? Mesmo tendo três anos e meio?”

Às vezes, a vergonha é útil. Ela pode penetrar as defesas que ela mesma construiu. Aquela pergunta tão direta despertou um sentimento que a escritora Helen Simpson descreve como: “os dentes afiados do remorso.” A muralha havia sido penetrada. “Sim”, eu respondi, enfaticamente e naquele momento com menos confiança que eu gostaria.

Minha tia, com quem eu um dia me abri, me deu um conselho sábio: “Essas coisas acontecem. Você não pode proteger seus filhos da vida. Dê tempo ao tempo. O amor vai voltar.” E com o tempo, voltou. Não só com o tempo, mas com trabalho duro e esforço consciente. As pessoas falam que é preciso trabalhar o casamento e foi assim que eu trabalhei meu relacionamento com minha filha. Eu arrumei tempo para fazer coisas juntas, divertir-nos juntas, tempo de atenção exclusiva para reconstruir a confiança dela em mim e para que eu a conhecesse outra vez. Pessoalmente, eu cultivei o hábito de amá-la tão cuidadosamente como um vinicultor cultiva seus vinhos. Eu reeduquei a maneira de vê-la, de pensar nela como eu fazia antes: como adorada e adorável. Gradualmente, com o tempo, o hábito tornou-se natural e sem esforço como tinha sido originalmente.

Quando Jessie tinha uns seis anos, nós viajamos de férias com outra família. A filha deles tinha a mesma idade do nosso filho, a mesma idade que Jessie tinha quando ele nasceu. Vendo a filha de 3 anos dos nossos amigos, eu me dei conta que eu não tinha lembranças da Jessie nessa idade. Era como se eu tivesse perdido minha memória ou parte dela, naquela época. Como se eu tivesse sofrido uma espécie de amnésia emocional, uma cegueira temporária do coração.

Faz pouco tempo, eu perguntei a Jessie sobre essa época da vida dela e parece que algo semelhante aconteceu com ela: “Quando as pessoas me perguntavam sobre o que eu lembrava de ter um irmãozinho, eu dizia que minha mãe tinha ido ao hospital muito doente e ficou lá por dois anos. Acho que na verdade foram duas semanas, mas é assim que eu me lembro: você não estar por um longo tempo.”

Ela não tem muita memória consciente daquela época, mas ela acha que isso explica muitas coisas. “Tipo como eu odiava quando você saía. Eu entrava em pânico. E eu ainda lembro de te ver vendo a tv e odiar o fato de eu ver você, mas você não me ver. Isso me incomodava muito. Talvez pelo que aconteceu quando eu era pequena, eu não sei.” Ela acha que isso afetou nosso relacionamento a longo prazo? “Não”, ela diz, “Eu não acho. Eu acho que somos bem unidas.” É importante saber o que aconteceu? “Sim, mas também me deixa triste”, diz ela.

Se antes de eu ter o meu segundo filho alguém me alertasse para o sofrimento emocional que eu poderia ter, eu teria acreditado? Eu duvido. A idéia de que qualquer coisa pudesse me fazer deixar de amar a minha menina preciosa e maravilhosa pareceria ultrajante.

E ainda parece.

Eu traduzi esse artigo da edição impressa do jornal inglês The Guardian, do dia 04/07/2009

Texto Retirado da Comunidade do Orkut pediatria Radical.

Link:http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1651309&tid=5361223924012011773&na=4

Origens Magicas, Vidas Encantadas

Origens Magicas, Vidas Encantadas
Um Guia Holistico Para A Gravidez E O Nascimento
Autor: CHOPRA, DEEPAK
Editora: ROCCO
Assunto: AUTOAJUDA
ISBN: 8532520820
ISBN-13: 9788532520821
Livro em português
Brochura
1ª Edição – 2006

Um manual para formar pais conscientes, homens equilibrados e um mundo melhor. Assim pode ser definido Origens mágicas, vidas encantadas, livro que analisa detalhadamente todo o processo da concepção de uma vida, sob três pontos de vista diferentes: fisiológico, psicológico e espiritual. Mais uma obra de Deepak Chopra, considerado o papa da medicina alternativa, a publicação também traz uma série de exercícios práticos para harmonizar a vida em família, assim como receitas para aliviar dores comuns na gravidez e fortalecer o espírito.

Em Origens mágicas, vidas encantadas, Deepak Chopra esmiúça todas as fases da gravidez, explicando o que acontece com o corpo da mulher e com o feto, mostrando as mudanças que essas transformações provocam nas famílias e ensinando a atravessar esse período sem angústias ou sentimentos negativos. Para o autor, um meio ambiente equilibrado gera pessoas equilibradas.

“A gravidez não é apenas alguma coisa que está acontecendo com você; é um desdobramento miraculoso que você está co-criando. Durante nove meses, você é o meio ambiente de seu bebê por nascer, e seu bebê é afetado por todas as suas experiências.

Além de mostrar o passo a passo da gestação e dar orientações sobre como agir nesse período, “Origens mágicas, vidas encantadas” ensina a despertar a espiritualidade através da gravidez. Segundo Chopra, as informações oferecidas nas obra podem melhorar a saúde da sociedade de maneira geral.

“O sofrimento, a depressão e a criminalidade que nos cercam a cada dia são manifestações de uma perda de equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Essa perda com freqüência se inicia bem no princípio de uma vida antes do nascimento. A tendência para um estado de saúde equilibrado e para a inteireza e a tendência de perder esse equilíbrio intrínseco, mas delicado, estão presentes sob a forma de semente no momento da concepção”, garante o autor.

Mulheres Contam o Parto

Mulheres Contam o Parto

Adriana Tanese Nogueira

* Editora: Itália Nova
* Autor: ADRIANA TANESE NOGUEIRA & CICA LESSA
* ISBN: 8589989046
* Origem: Nacional
* Ano: 2003
* Edição: 1
* Número de páginas: 170
* Acabamento: Brochura
* Formato: Médio

* Este livro, rico em emoções, percepções, atitudes e significados particulares, nos brinda com os depoimentos de mulheres que generosamente nos oferecem suas experiências com o parto em sua interface com a assistência. Elas não pretendem retratar o que “deve ser” nem esgotar as diversas expectativas e experiências femininas com o parto. Mas inegavelmente demonstram quão fundamental é a efetiva participação da mulher na condução do nascimento. A idéia de humanização da assistência ao parto não pode ser confundida com o retorno ao passado, pois isso não é possível nem desejável. Tampouco pode ser reduzida ao parto natural, como se qualquer intervenção que venha facilitá-lo ou minimizar a dor deva ser evitada. Devemos reconhecer que esse acontecimento humano reúne obrigatoriamente no mínimo três protagonistas: a mulher, a criança e o profissional de saúde. A mulher não participa apenas com desejos e expectativas, mas com sua capacidade e habilidades individuais disponíveis para aquele parto. Portanto, é imprescindível ouvi-la e efetivamente considerar suas demandas. Ser protagonista do próprio parto significa ter o papel mais relevante no acontecimento: ter uma função ativa, expressar-se, decidir, tomar parte. Mais do que isso: implica em deixar desejos e instintos virem à tona, a fim de que seja vivenciada a magia da vida.

Entrevista com a autora que saiu na Revista Época

Nutrindo A Alma Do Seu Bebe

Nutrindo A Alma Do Seu Bebe
Autor: PROPHET, ELIZABETH CLARE
Editora: NOVA ERA
Assunto: ESOTERISMO
Ficha Técnica
ISBN: 8577011135
ISBN-13: 9788577011131
Livro em português
Brochura
1ª Edição – 2006
240 pág.

Sinopse

Um guia para gestantes e futuros pais que orienta a família a preparar-se espiritualmente para a maternidade/paternidade; a comunicar-se com o bebê durante a gravidez; a harmonizar o relacionamento do casal; a auxiliar no desenvolvimento espiritual do bebê e a orar e meditar para proteger a alma do bebê.

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Adorei esse livro, tem histórias muito legais de pais que se comunicaram com os filhos antes do neascimento, da gestação. Tem orações de proteção, mantras e dicas pra se preparar espiritualmente para a chegada de um novo ser. Eu li e reli várias partes e várias vezes durante a gravidez.

O Caminho Para A Vida

Caminho Para A Vida, O

Gravidez E Parto Levando Em Conta O Ser Humano
Conceito do Leitor: Seja o primeiro a opinar
Autor: DAHLKE, RUDIGER
Autor: DAHLKE, MARGIT
Autor: ZAHN, VOLKER
Editora: CULTRIX
Assunto: MEDICINA E SAÚDE – PUERICULTURA

ISBN: 8531608694
ISBN-13: 9788531608698
Livro em português
Brochura
1ª Edição – 2005
384 pág.
Sinopse

Com esta obra, os autores estimulam uma reflexão sobre a força da intuição que toda mulher possui a fim de dar a luz ao filho sem problemas. Defendem a idéia de voltar a transformar a gravidez e o parto numa festa da vida, em vez de somente vê-los no contexto da clínica e das complicações. Eles enfatizam principalmente a perspectiva da alma infantil. Na primeira parte do livro são explicadas as diversas questões da gravidez e do parto normais. Na segunda parte, são descritas e interpretadas as dificuldades e complicações que ocorrem. As alternativas apontadas pelos autores dão testemunho de um profundo respeito pela mãe e pela criança.

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Este livro no Google Books

Quando o Corpo Consente

Título: Quando o Corpo Consente
Autoras: Marie Bertherat, Thérèse Bertherat e Paula Brung

Ano: 1997
161 pág. 21 x 14 cm

DESCRIÇÃO

Em 1996, Thérèse Bertherat escreveu com sua filha Marie Bertherat, que estava grávida, e Paule Brung, uma parteira, Quando o Corpo Consente. Neste livro a três vozes, elas falam do jogo das forças que se animam no corpo da mulher grávida. Thérèse Bertherat propõe também movimentos muito precisos para preparar seu corpo para o nascimento.

Este é o diário de Marie. Com palavras simples, ela conta o que experimentou em seu corpo e percebeu na própria carne. Durante nove meses.

Para lhe transmitir isso, ela prosseguiu sua pesquisa com inteligência e rigor. Sempre de forma generosa e com a doçura obstinada que é o seu jeito de ser… Mas que não haja equívoco: esses nove meses que a tornaram mãe não devem ser vistos como convite à caminhada fácil…

Uma mãe, Thérèse Bertherat, descobre a filha que julgava conhecer tão bem -, e essa revelação a surpreende, enchendo-a de alegria e respeito. Uma filha, de repente, pede à mãe algo além de afeto e carinho. Solicita sua experiência como terapeuta.

Thérèse Bertherat a tranqüiliza e lhe explica o jogo de forças que nela se manifestam. Propõe-lhe catorze movimentos muito precisos para preparar o corpo para a hora do nascimento. Baseados em dados anatômicos e fisiológicos corretos, eles despertam na futura mãe o gosto pelas sensações sutis, o desejo de habitar todos os recantos do próprio corpo com ternura, com respeito por ela e pelo bebê. Se você está grávida e, por isso, preocupada, desejosa de uma palavra de apoio ou de uma explicação prática, ouça o que estas mulheres têm a lhe dizer.

Como Paule Brung, uma parteira especial com quarenta anos de profissão e a confiança que só se adquire com experiências que tiveram um desfecho feliz, todas as três encontram, a seu modo, os gestos e as palavras certas.